Poemas de Lut Sahaleed

Amor Morfina

Descubra a Intensidade da Obra de Lut Sahaleed

*Venda somente online e disponível no formato digital ( PDF )
93 páginas e 90 poemas.

R$ 19,90

*Valor promocional de lançamento

Lut Sahaleed

Autor e Poeta

Lut Sahaleed, poeta, nascido no Rio de Janeiro, em 1971.
Depois de 2 anos vivendo em de São Thomé das Letras-MG, cheguei ao meu primeiro livro.

Amor Morfina, 90 poemas que retratam as relações humanas e crises existenciais de um mundo moderno e solitário em que o amor tem pouca importância, pensamentos de um artista de rua.

Depois de viajar por mais de 25 cidades com os livros impressos, chego  em 2025 com a divulgação e venda do livro digital.

Pra quem acha que a arte de rua faz a diferença, que meus versos lhes tragam o alento e a angústia necessária. Muito amor a todos.

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Luciano Estevam Bastos
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Leia alguns poemas

" O último instante"

No último instante, Foi assim…Cortou como diamante, Um triste fim. Cercado de silêncio, O tempo é lento! O barulho do vento, Dor e sofrimento! No escuro, Frio e molhado, Sempre quero o lado errado! Observo calado. O outro lado, Seu olhar gelado. Suas incertezas, Minhas lágrimas secar. Na mente, Um holograma indecente. Nossos beijos calientes. Paixão ardente. Promessas poéticas, História patética! Eu parado, Deixado de lado, No passado. Como um objeto quebrado. Amor finado.
Tudo acabado. O último instante.

" Conto sem fadas "

Era uma vez…Um reino de insensatez. Um príncipe adormecido. Sob feitiço. A espera de uma princesa valente, Que com um beijo ardente, Cheio de amor inocente, Acabaria com esse encanto. Cessaria o pranto. O reino de alegria se encheria. Um distante dia…Ela apareceu, Mas pra surpresa de todos o beijo não ofereceu. Não queria nenhum reino. Muito menos um príncipe sonolento. Nem pensar amor incondicional, quase nojento. Queria viver pelas estradas, Queria vários amores, Não queria como rainha ser tratada. Preferia amantes sem compromisso, sem pudores. O pobre príncipe nunca acordou, O povo chorou. Viu a princesa partir pra sua vida de vaidade, Ela chamava liberdade. Confundia respeito com submissão Via talento no canastrão. O equivocado era dono da razão. Mas era só solidão… Embriaguez…Era uma vez…