" O último instante "
No último instante, Foi assim…Cortou como diamante, Um triste
fim. Cercado de silêncio, O tempo é lento! O barulho do vento,
Dor e sofrimento! No escuro, Frio e molhado, Sempre quero o
lado errado! Observo calado. O outro lado, Seu olhar gelado.
Suas incertezas, Minhas lágrimas secar. Na mente, Um
holograma indecente. Nossos beijos calientes. Paixão ardente.
Promessas poéticas, História patética! Eu parado, Deixado de
lado, No passado. Como um objeto quebrado. Amor finado.
Tudo acabado. O último instante.
" Conto sem fadas "
Era uma vez…Um reino de insensatez. Um príncipe adormecido.
Sob feitiço. A espera de uma princesa valente, Que com um beijo
ardente, Cheio de amor inocente, Acabaria com esse encanto.
Cessaria o pranto. O reino de alegria se encheria. Um distante
dia…Ela apareceu, Mas pra surpresa de todos o beijo não
ofereceu. Não queria nenhum reino. Muito menos um príncipe
sonolento. Nem pensar amor incondicional, quase nojento.
Queria viver pelas estradas, Queria vários amores, Não queria
como rainha ser tratada. Preferia amantes sem compromisso,
sem pudores. O pobre príncipe nunca acordou, O povo chorou.
Viu a princesa partir pra sua vida de vaidade, Ela chamava
liberdade. Confundia respeito com submissão Via talento no
canastrão. O equivocado era dono da razão. Mas era só solidão…
Embriaguez…Era uma vez…